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Ampliar o positivo. Neutralizar o negativo. A chave é sua. A porta também.

Olá pra você que hoje está buscando ser melhor do que ontem!

Esse texto está diretamente relacionado a alguns outros pensamentos que já apresentei a vocês em outros textos, mas principalmente ao de Autoestima, que você pode reler aqui e ampliar ainda mais suas reflexões.

Pois bem, nossa convivência com a nossa própria existência é natural, porém um tanto complicada muitas vezes, não é mesmo? Nossos pensamentos e sentimentos estão sempre nos acompanhando para onde vamos e nem sempre são tão bons quanto gostaríamos.

Algumas situações podem influenciar diretamente o nosso estado de humor e até mesmo nossa visão sobre o mundo que nos cerca. Mas precisamos lembrar que essas mesmas situações não são o motivo principal do que pensamos ou sentimos, por mais que pareçam ser. Nós somos uma construção de muitos fatores e cada um de nós, em particular, possui uma maneira específica de lidar com as situações do dia a dia. Isso fica mais claro quando comparamos pessoas diferentes com reações completamente diferentes diante de uma mesma situação vivida. Umas podem se posicionar de forma desesperada, outras podem ficar bem mais calmas ou nem mesmo se sentirem afetadas. E a situação é exatamente a mesma! Sim, isso acontece o tempo todo. O que prova que a culpa não é da situação, mas sim da nossa forma de lidar com ela.

Com isso, é fundamental reforçar a ideia de que NÓS somos responsáveis por nós mesmos e por nossas reações. E, portanto, está ao nosso alcance o equilíbrio e a felicidade que tanto esperamos. Temos sim a capacidade de neutralizar todos os elementos negativos que nos rodeiam, não permitindo que permaneçam por muito tempo dentro de nós. Pois bem, para ser alguém melhor é necessário começar de dentro pra fora e, assim, o que vier de ruim de fora pra dentro não terá força para nos dominar. Consegue perceber que o poder neutralizador está dentro de você? Então só te afetará aquilo que você permitir.

Nada nos invade sem que deixemos a porta aberta. E cabe a nós mesmos buscarmos sempre o discernimento para saber abrir a porta para tudo o que nos fará crescer e fechar para o que for nocivo. A chave sempre estará em nossas mãos, somente em nossas mãos. Então, precisamos parar de responsabilizar os fatos e assumir o volante da nossa vida.

Se minha autoestima está murchando, só eu posso regá-la para fazê-la voltar a viver, isso porque eu é que estou permitindo que ela caia. Muitas pessoas podem nos ajudar, nos animar, mas isso também só terá efeito se nós estivermos abertos pra receber ajuda. Mais uma vez, nós é que estamos no comando do que vai e do que fica em nós. Se não quisermos, se não deixarmos, se não buscarmos, nada acontece. Por isso o movimento é de dentro pra fora. A fechadura só existe no lado de dentro da sua porta.

Então, vamos lá? Movimente-se. Mude-se no que for preciso. Assuma sua vida da melhor maneira que puder. Use sua chave e controle o que sai e o que entra. É você quem decide!

A importância de estar bem

Oi!

Você sabia que lembrar diariamente das nossas prioridades na vida nos ajuda a regular nossas emoções, mantendo-nos bem apesar de estarmos mal? “Mas pera aí, Mayara, como assim?” Pois bem, quando lembramos diariamente do que realmente importa pra gente, nossa vontade de viver é maior e mais decisiva, já reparou? E antes de tudo, o que mais importa para todos nós, é estar bem. É a nossa busca por felicidade, por completude. E nesse processo não podemos nos esquecer da aceitação de cada etapa da vida, das circunstâncias que nos trazem uma infinidade de sensações, vezes boas, mas outras vezes bem ruins. Faz parte desse “estar bem” entender que sentimentos desconfortáveis são naturais na vida e que temos total capacidade para senti-los e superá-los. E sabe por quê? Porque sentimentos são momentâneos, eles têm seu tempo pra durar. Nós é que, em meio ao desconforto, nos desesperamos e estendemos o tempo dessas sensações.

Está tudo bem em ficar mal, em ficar triste, em chorar, em ter raiva. Aceitar esses momentos e o peso desse sentir é parte do ficar bem, porque quando não aceitamos damos murro em ponta de faca, fugimos muitas vezes dessas emoções, negamos nossa habilidade em passar por elas. Resultado? Mais peso e mais sofrimento. Aceitar é diferente de se conformar. Aceite, mas busque soluções. Compreenda-se e lute para superar seus desafios. Vamos lembrar dia a dia da importância de buscarmos nosso bem estar, de nos sentirmos bem mesmo quando não estivermos bem, por sabermos que tá passando. Isso não vai durar a vida toda. Temos a intensa mania de eternizar as coisas ruins e lamentar pelas boas que não voltam mais. Vamos combinar uma coisa? Vamos decidir por viver no agora, pois é o único momento que temos nas mãos.

É importante priorizar o que tem valor pra gente, caso contrário perdemos tesouros no caminho. Se você não prioriza determinadas coisas, questione-se se elas ainda são importantes pra você. E se você anda perdendo seus tesouros, questione-se o quanto você os prioriza. O estresse nos domina quando nossa paz interior deixa de ser valiosa. As mágoas duram mais tempo quando nos deixamos abalar por qualquer coisa, e se tornam mais importantes do que nosso amor próprio. Então vamos colocar cada valor no lugar certo, e viver melhor. Não dê importância demais ao que merece importância de menos, e vice e versa. Vamos viver mais leve.

Até a próxima reflexão.

E deixe aí nos comentários suas experiências, suas observações e também dúvidas. Participe aqui conosco!

Bjooo Mayara.

Crianças, um valioso caminho de desafios

Nessa última semana do mês de Outubro, vamos refletir um pouquinho sobre pessoas bem especiais?

É o mês das crianças e não podemos deixar de dedicar um tempo aqui no blog a elas. Figuras especiais que nos cercam com seus encantos, alegram nossa vida e nos desafiam bastante na hora de educá-las. Por isso, vou listar algumas dicas importantes sobre como lidar com nossos pequenos, tanto nas permissões, aplausos e aprovações, quanto nos limites, desaprovações e disciplina.

Sem dúvida o amor é o melhor caminho para guiarmos nossas crianças em todo o processo de sua formação. Precisamos ser amigos de nossos filhos, sempre, mas há um limite tênue entre essa amizade e a autoridade sobre eles. Não podemos ser passivos o tempo inteiro, pois isso resultará na inversão de autoridade, a criança passa a dominar e podemos criar indivíduos impacientes e egocêntricos. E na verdade, ser amigo é ser duro também, querer o bem do outro e muitas vezes chamar a atenção, certo? Então, para os limites serem compreendidos pelas crianças é fundamental direcioná-las com firmeza, seriedade e carinho. Sem dúvida não deixarão de se sentir amadas, respeitadas e entenderão que tem valor o que ensinamos a elas.

Para ficar mais fácil esse enorme desafio de educar, é fundamental conhecer seu filho e ter empatia por ele, se interessando pelas fases em que ele se encontra e pelo que ele está sentindo, vivendo e percebendo.

Lembre-se de que não há receita mágica que garanta cem por cento de sucesso, cada criança é um ser em formação e que tem sua maneira particular de perceber o mundo, então o que funciona pra um pode precisar de ajustes para funcionar para o outro, ou então o que não funciona num dia/momento pode funcionar melhor no dia seguinte ou daqui uns minutos. Por isso, é crucial ter paciência e insistir. Buscar ajuda, apoio e informações adequadas também reforça os bons resultados.

São muitos fatores e isso requer muito tempo de orientação e acompanhamento, mas consegui reunir passos básicos que já auxiliam bastante. Escreva aí nos comentários suas dúvidas que terei grande alegria em responder.

Sinal Verde

Sinal Vermelho

Explique sempre com exemplos e visualizações. Cuidado com excessos de cuidado  ou brigas desnecessárias.
Dê responsabilidades de acordo com cada idade. Não faça o que seu filho já pode fazer sozinho.
Converse – saiba como falar, orientar e ouvir. Evite gritar. Ser firme e manter autoridade não precisa de gritos ou palmadas.
Parabenize os esforços diante de conquistas, mesmo pequenas.

Seja coerente com sua linguagem verbal e não verbal – você é o maior exemplo.

Não ignore, mas também não supervalorize. Seja verdadeiro, sem exageros.

Não ache graça do que mais tarde pode ser um comportamento muito feio.

Permita algumas escolhas (por exemplo: entre duas roupas escolher uma, entre 3 brinquedos escolher um). Não atenda vontades em momentos de pirraça.
Estabeleça uma rotina a ser cumprida e valorizada. Não superproteja ou coloque medo pra que seu filho te obedeça.
Mantenha a sua palavra. Não volte atrás depois de dizer “não”, a menos que seja explicado para a criança de forma coerente o porquê da mudança.

Vamos falar de Autoestima?

Fazendo um gancho com o texto da semana passada sobre o Outubro Rosa, quero trazer pra você um breve questionamento sobre Autoestima e, assim, entendermos melhor o que de fato é essa tal companheira de nossos dias que por vezes está muito boa, mas em outros momentos está tão baixa que nos desmotiva diante de qualquer coisa.

Então, vamos lá. Como é a sua relação consigo mesma? É a partir dessa resposta que você saberá o que prevalece em sua autoestima. É o seu Amor Próprio que direcionará o foco dos seus sentimentos a respeito de si mesma e da vida que te cerca. “Mas Mayara, muitas vezes não mandamos nos sentimentos, simplesmente sentimos. Se acordo desanimada ou algo me acontece de ruim, fico logo pra baixo.” Sim, muitas vezes os sentimentos surgem sem pedir licença, e quando nos damos conta, eles já estão é tomando conta de nós. Mas depende fortemente de você o quanto esse sentimento continua a fazer estragos. Há um grande “segredo” a respeito do que comanda nossos sentimentos, mantendo-os por mais tempo. Isso tem relação com nossa percepção de mundo e que você só consegue descobrir com Psicoterapia, pois é complexo, pessoal e leva um tempinho. 😉

Veja bem, não temos que fugir dos sentimentos ruins, eles são tão importantes de se sentir quanto os bons, fazem parte da nossa vida, da nossa trajetória e precisam ser expressados, ou seja, sentidos por nós naturalmente. Porém, não podem ser estendidos, porque assim já deixa de ser algo natural e passa a ser patológico. Quem se mantém na dor está esticando a corda do sofrimento. E aí te digo uma frase que já ouvi algumas vezes e que mudou a minha vida: “A dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional.” Sendo assim, percebemos o quanto está no nosso controle se vamos ou não continuar “pra baixo” num dia não muito agradável.

E ainda nesse raciocínio também percebemos o quanto nossa autoestima está ligada ao modo como nos relacionamos com a pessoa mais importante da nossa vida: nós mesmos. Autoestima vem de Estima por si mesmo. Se você não se ama, não se respeita, não se valoriza, não se curte ou se aprecia, que zelo você terá com seus sentimentos, com o que você diz pra si mesmo e com a maneira de se cuidar e se comportar? Portanto, que nossa Estima esteja sempre direcionada primeiramente a nós mesmos, para que estando bem consigo mesmo, se possa ser um ser humano melhor para os outros e para o mundo.

Ame-se! Curta-se! Festeje-se!