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Alavantú! Anarriê !

Hello pessoa,

Está chegando uma das minhas épocas favoritas do ano, se não A favorita!! Época de muita paçoca, pipoca, pamonha, canjica, doces e mais doces quentinhos e deliciosos… Época de reunir com a galera pra dançar quadrilha, ir na pescaria, pagar umas prendas… Aaaah, festas juninas, julinas, arraiás e afins… como eu amo ♥

A gente sabe que brasileiro nem precisa de muito motivo pra inventar festa, mas você sabia que a tradicional festa junina tem duas teorias quanto à sua origem do seu nome ? A primeira, diz que o nome vêm das festividades religiosas que ocorrem durante o mês de junho, em homenagem a Santo Antônio, São João, São Pedro e São Paulo. Já a segunda, diz que o nome tem origem nos países católicos da Europa, cuja homenagem é feita apenas a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.

Há quem diga que a festividade foi trazida pelos portugueses ao Brasil, ainda no período colonial, e que em em sua composição havia muita influência de elementos culturais  de outros países. A quadrilha, por exemplo, tem alguns vestígios das danças nobres francesas, caracterizadas por serem muito marcadas. A tradição de soltar fogos de artifício veio da China, e, a dança de fitas, de Portugal e da Espanha.  

Todos estes elementos culturais foram, ao longo do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.  É o que se pode observar na implantação do Baião e do Forró às danças, em algumas regiões do Nordeste e do Boi-Bumbá, no Norte do país, por exemplo, assim como, a presença de pratos típicos feitos à base de mandioca (aipim), jenipapo, leite de coco, etc.

No Rio de Janeiro, no decorrer das famosas quadrilhas, costuma-se acrescentar alguns medleys com músicas do cenário pop à coreografia, numa tentativa de misturar a tradição junina ao repertório popular atual em nosso país.

Sendo como for, Festa Junina é sinônimo de alegria e diversão. Por isso, arrase no visual, pule fogueira, dance quadrilha, viva a cultura riquíssima de nosso país!

Aproveite o embalo e crie uma playlist junina pra você marcar aquele arraiá com os amigos! Conta pra mim, qual música não pode faltar no seu Arraiá?

Beijos de luz e até a próxima

Especial 15 anos – Coreografia com os amigos

15anos.inesquecivelcasamento.com.br

Hello pessoa, tudo bem?

Os últimos posts foram dedicados à Valsa, aquele momento da dança a dois com o príncipe ou o pai da debutante. E hoje chegou a vez de falar sobre mais um dos momentos mais esperados: a coreografia da galera! E titia aqui preparou algumas dicas para arrasar na hora de sacudir o esqueleto, afinal, já que é pra dançar, melhor que seja com todo mundo junto, né?  Vamos lá!

1) Escolha uma música que seja realmente marcante para você e seus amigos

Nem tudo que é modinha cai bem né? Às vezes uma música atual, que esteja na mídia seja mais funcional na pista de dança, para dançar com todos os convidados. Mas, na hora da coreografia, a escolha deve sempre retratar o estilo da debutante e a vibe da galera. A opção é algo divertido, para ficar marcado na memória de todos!

2) Dança temática

Se sua festa de 15 anos tem algum tema, aposte em uma música que interaja com o mesmo.  Numa festa sobre Hollywood, trazer os clássicos que marcaram a história do cinema, não é nada mal, hein?

3) Pout-pourri / Medley

Que tal unir uma série de músicas que marcaram sua história e de seus amigos e apostar naquele passo SINISTRO de dança?  Criar um início, meio e fim e jogar a energia lá em cima? Não tem pezinho que não se mexa, querida! SE JOGA!

4) Curtição nos ensaios

O processo de preparação da coreografia é divertidíssimo do início ao fim, por mais cansativo que possa parecer, nos ensaios os momentos cômicos são constantes e sempre rola aquele tempinho para publicar as etapas nas redes sociais e interagir com a galera.

5) Seja irreverente

Nada de fazer o que todo mundo faz! Faça o que tenha a ver com você e aposte em sua autenticidade para criar memórias lindas! Divirta-se e curta cada momento de sua festa!

E aí, curtiu as dicas? Comente e conte para mim o que você achou! Tem alguma dúvida? Alguma pergunta? Fala aí, que eu vou ter muita alegria em te responder!

Beijos de luz!

Continuação – Especial 15 anos – Breve história da Valsa

Divulgação

Hello pessoa, tudo bem?

Na última semana, trouxe algumas dicas de músicas para a hora da Valsa, que hoje em dia, não tem lá um padrão musical e tem sido substituída por músicas de diferentes gêneros. A hora da valsa, tornou-se a hora da dança de casais. Há quem prefira seguir a tradição e apostar, de fato, em obras que sigam à estética proposta pelo estilo. Pensando nisso, no post desta semana vamos conhecer um pouquinho mais sobre a valsa e suas origens. Vamos lá?

Considerada como a dança mais popular do século XIX, a Valsa (do alemão Walzer, que significa “girar”) é um estilo de dança e música caracterizado pelo compasso ternário ou binário composto e tem suas origens ligadas às danças executadas nos bailes populares, por volta do século XVIII na região da Áustria e Alemanha. Inicialmente, sua introdução nos bailes da aristocracia e da corte foi um pouco turbulenta, devido à proximidade física entre os pares e ao ritmo, consderado como algo diabólico por alguns membros da nobreza da época.

Porém, sua reprodução, sobretudo, nos salões austríacos, fez com que o estilo começasse a tomar conta nos bailes europeus. Tal fato, se deve, principalmente, à obra de alguns compositores, como, c por exemplo, os membros da família Strauss, Josef e Johann Strauss. O último, conhecido como Rei da Valsa foi em grande parte responsável pela popularidade da valsa em Viena durante o século XIX. Dentre suas principais obras, podemos destacar: “Folhas da Manhã” (1863), “Bombons Vienenses” (1866), “Danúbio Azul” (1867) e “Vinho, Mulher e Canção” (1869). Outros grandes compositores, como Weber, Chopin, Ravel e Brahms têm valsas em seus repertórios.

Em 1808, com a chegada da corte portuguesa, a valsa começou a se tornar conhecida, principalmente pelas execuções nos salões da elite carioca e, ao longo da segunda metade do século XIX, obteve ainda maior aceitação entre a sociedade da época, sobretudo pelas obras de alguns compositores brasileiros, como Villa Lobos, Carlos Gomes, Ernesto Nazaré, Chiquinha Gonzaga, entre outros.

E aí, gostou de conhecer um pouquinho sobre a tão famosa valsa? Espero que sim, afinal, a história é importantíssima para sabermos valorizar as tradições e conhecer os artistas que nos deixaram um lindo legado e, até hoje, nos influenciam com o seu trabalho.

Comente, curta e compartilhe! É super importante saber o que você quer ver por aqui!

Até a próxima!

Beijos de luz!

Fonte: Guia da musica clássica

Ebiografia

Apostilas de História da Música – Arquivo pessoal