Vamos falar de Autoestima?

Fazendo um gancho com o texto da semana passada sobre o Outubro Rosa, quero trazer pra você um breve questionamento sobre Autoestima e, assim, entendermos melhor o que de fato é essa tal companheira de nossos dias que por vezes está muito boa, mas em outros momentos está tão baixa que nos desmotiva diante de qualquer coisa.

Então, vamos lá. Como é a sua relação consigo mesma? É a partir dessa resposta que você saberá o que prevalece em sua autoestima. É o seu Amor Próprio que direcionará o foco dos seus sentimentos a respeito de si mesma e da vida que te cerca. “Mas Mayara, muitas vezes não mandamos nos sentimentos, simplesmente sentimos. Se acordo desanimada ou algo me acontece de ruim, fico logo pra baixo.” Sim, muitas vezes os sentimentos surgem sem pedir licença, e quando nos damos conta, eles já estão é tomando conta de nós. Mas depende fortemente de você o quanto esse sentimento continua a fazer estragos. Há um grande “segredo” a respeito do que comanda nossos sentimentos, mantendo-os por mais tempo. Isso tem relação com nossa percepção de mundo e que você só consegue descobrir com Psicoterapia, pois é complexo, pessoal e leva um tempinho. 😉

Veja bem, não temos que fugir dos sentimentos ruins, eles são tão importantes de se sentir quanto os bons, fazem parte da nossa vida, da nossa trajetória e precisam ser expressados, ou seja, sentidos por nós naturalmente. Porém, não podem ser estendidos, porque assim já deixa de ser algo natural e passa a ser patológico. Quem se mantém na dor está esticando a corda do sofrimento. E aí te digo uma frase que já ouvi algumas vezes e que mudou a minha vida: “A dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional.” Sendo assim, percebemos o quanto está no nosso controle se vamos ou não continuar “pra baixo” num dia não muito agradável.

E ainda nesse raciocínio também percebemos o quanto nossa autoestima está ligada ao modo como nos relacionamos com a pessoa mais importante da nossa vida: nós mesmos. Autoestima vem de Estima por si mesmo. Se você não se ama, não se respeita, não se valoriza, não se curte ou se aprecia, que zelo você terá com seus sentimentos, com o que você diz pra si mesmo e com a maneira de se cuidar e se comportar? Portanto, que nossa Estima esteja sempre direcionada primeiramente a nós mesmos, para que estando bem consigo mesmo, se possa ser um ser humano melhor para os outros e para o mundo.

Ame-se! Curta-se! Festeje-se!

Cuidado e Amor num simples toque

Divulgação

Oi! Estamos iniciando mais um mês de Outubro, marco da prevenção contra o Câncer de Mama e, por isso, não podemos deixar de levantar uma reflexão sobre esse tema aqui no blog, além do lembrete da prevenção.

Você já pensou no quanto o nosso comportamento é fundamental para nos garantir uma saúde melhor?

Pois é, isso porque o comportamento tende a ser repetitivo quando nos habituamos e vamos levando a vida no modo automático. Por mais que pareça prático e, por vezes, até produtivo, em algumas situações se torna necessário a gente se esforçar para melhorar nossos comportamentos a favor de hábitos novos. Então, aqui percebemos que há uma retroalimentação: comportamento repetitivo gera hábito e hábito que não muda tende a manter comportamentos.

Assim, percebemos o quanto é importante direcionarmos cada um de nossos comportamentos a nosso favor. Quando sustentamos o amor próprio isso se torna ainda mais natural. É o que também quero reforçar aqui: Amar é sinônimo de valorizar, e quando damos valor a nós mesmos o caminho do cuidado é seguido. Cuidar de si, ter zelo por si mesmo, fazer-se feliz e saudável. Percebe como uma coisa puxa a outra? Então aí vai outra pergunta: Como você tem se comportado consigo mesma?

Pois bem, fazendo uma conexão dessa reflexão com a saúde de todo o nosso organismo, sabemos que o melhor remédio é sempre prevenir, certo? E para isso não podemos esquecer de incluir na nossa rotina ações fundamentais para tal. É comum esquecermos o que não faz parte dos nossos hábitos rotineiros, porque é reconhecido pelo nosso cérebro como algo não tão importante. A rotina existe para nossa organização e também para nosso cérebro entender o que é prioridade na nossa vida, e por isso precisamos fazer com frequência as atividades que consideramos essenciais para nossa existência. Sendo assim, se prevenir de qualquer doença precisa também ser nossa necessidade básica, nossa prioridade.

Nessa dinâmica, é o nosso comportamento que sinaliza as nossas prioridades. E isso inclui uma alimentação saudável, atividades físicas regulares, bem estar emocional e social, e também visitas ao médico pelo menos uma vez por ano.

Veja só, eu selecionei os passos fundamentais para o autoexame, segundo o Instituto Brasileiro de Controle ao Câncer. Anote aí e inclua na sua rotina, monitore seu comportamento e logo logo já será um novo hábito. 😉 Proteja sua mama e sua vida!

Obs.: Não se esqueça da Mamografia anualmente.

Autoexame das mamas – mensalmente e fora do período menstrual

No banho ou deitada – Coloque a mão direita atrás da cabeça. Deslize os dedos indicador, médio e anelar da mão esquerda suavemente em movimentos circulares por toda mama direita. Repita o movimento utilizando a mão direita para examinar a mama esquerda.

Diante do espelho – Verifique suas mamas com os braços abaixados. Depois, com os braços levantados, coloque a mão na cabeça e atente-se para mudanças no contorno ou no bico de suas mamas, repita o procedimento também com as mãos na cintura. Por último, aperte delicadamente o mamilo e observe se há sinais de secreção.

Ame-se! Valorize-se! Cuide-se!

Beijo no coração!

O amor está no ar e a poesia não pode faltar

Nessa última semana do mês de setembro em que estamos falando tanto de casamento, eu trouxe uma Poesia em forma de conto de amor, somente com substantivos, que eu fiz há um tempinho (em 2005) para demonstrar o quanto a linguagem do Amor é simples, permanente e está presente em nós como um todo. E isso nos faz olhar a vida de uma maneira mais sensitiva e completa. Os substantivos, encaixados propositalmente em sequência nessa poesia, nos provocam várias sensações como se estivéssemos vivendo exatamente os momentos da história contada. Cada palavra é um convite a percebermos tudo o que o amor gera e sente. Amor que, apesar das dificuldades e desafios do caminho, tudo supera e permanece. Amor que torna a vida sempre mais bela e valorizada.

Espero que você goste! Deixe aí nos comentários o que achou e se quiser contar pra gente algo sobre a sua história de amor, esse espaço é seu. Vamos adorar conhecer você!

Amor e vida

Brisa, sol, pássaros, canção.

Varanda, cadeiras. Olhares, emoção.

Sorrisos, sonhos, esperança.

Encanto, flores, vento, dança.

Nuvens, cores, música. Poesia.

Serenidade, conforto, fantasia.

Brisa. Raio de sol, montanhas. Beleza.

Lua, reflexos, estrelas. Certeza.

Silêncio… Olhar, brilho, coração.

Brisa, sol, pássaros. Canção.

Casei, e agora?

Esse texto é para você, noiva de plantão, e também para você que já está casada e sente na pele os desafios diários das mudanças na rotina e na vida depois do casamento.

O comum é falarmos e pensarmos somente nos preparativos para o grande dia, muitas pessoas levam meses a fio nessa empreitada que é rica de detalhes, planejamentos e realizações. No entanto, é interessante lembrarmos que tão importante quanto o antes e o durante, é também o depois. Depois que o objetivo final foi alcançado, só nos resta viver a vida de casados (de preferência muito bem vivida e aproveitada).

A gente idealiza tudo, cria tantas suposições romanticamente sonhadas e pensamos que a realidade vai ser exatamente como o pensamento. Sendo que o pensamento é ligeiro, mas as situações não.

No nosso pensar as contas podem ficar apertadas e rapidinho vamos tirá-las do vermelho, na nossa cabeça parece que vai ser rápido o processo de solucionar cada problema que surgir. Ou então nem pensamos muito nisso, ficamos com a ideia de conto de fadas na mente e só criamos expectativas de tudo ser lindo e perfeito – sobre expectativas já falei aqui e se quiser voltar lá, vale a pena complementar sua leitura.

Mas quando de fato começamos a passar por tais situações, uiii não é tão simples, muito menos rápido como pensávamos. Novos compromissos com casa, comida, mercado, problemas que surgem de surpresa como um cano estourado no banheiro num domingo à noite ou a comida que queimou na panela enquanto você foi rapidinho estender a roupa no varal. Além das tarefas do trabalho que têm lá suas dificuldades também.

E aí? Como lidar com tudo isso?
Primeiramente nada de entrar em pânico.

Todo problema exige solução, não desespero. O desespero nos paralisa e aumenta o problema. Então é válido manter o foco e analisar todas as soluções possíveis para organizar bem as ações. Separá-las em:  Imediatas, Importantes e Adiáveis já ajuda muito na hora de visualizar o que precisa ser feito. Agora, existe também um enorme desafio em relação à convivência a dois. Por mais que você e seu marido (ou noivo) se entendam super bem, sempre haverá diferenças no modo de ser, pensar e agir. Cada um possui um baú de experiências, criação e hábitos bastante particular e é fundamental sabermos criar um modo novo de rotina.

Não tem que ser só do meu jeito, nem só do jeito do outro, é mais sábio criarmos um jeito nosso. E nesse terceiro jeito, haverá algo meu, algo do outro e algo completamente diferente para os dois. É uma mistura de tudo, que requer adaptação diante de cada detalhe.

Com o texto que fiz sobre Relacionamentos, você pode refletir melhor sobre isso. O que vale aqui é ressaltar a importância de ser flexível no dia a dia, seja na convivência com seu cônjuge ou na consciência de que problemas virão e depende de você se irá olhá-los como terríveis empecilhos ou como desafios engrandecedores.

Lembre-se sempre: só nos tornamos melhores quando saímos da zona de conforto, e para isso o desconforto precisa existir.

Beijo pra você e até a próxima!

Amor: o maior cultivo da vida

Amar e ser amado é a principal busca para a realização da nossa vida, não é?! Seja amor familiar, conjugal ou de amizade. Vida sem amor não tem sentido, pois tudo a nossa volta gira em torno do amor, do carinho, do encanto, do respeito, da reciprocidade.

Nossa essência é viver em busca da felicidade. E nesse caminho, os primeiros passos que damos estão na direção do contato com outro alguém. Nascemos para viver em sociedade, portanto buscamos constantemente o olhar de aprovação do outro, o cuidado do outro conosco e a certeza de fazermos parte de um todo comum. É isso que nos faz mais vivos, mais gente, mais felizes. Como já diz muito claramente a música: “é impossível ser feliz sozinho.” E o que está na base dessa busca? Sim, o Amor.

Sendo assim, entendemos que Vida sem Amor não é Vida, e Amor sem Vida não é amor. Ambos se complementam viu só? No entanto, não é tão simples viver nessa lógica de modo pleno. É preciso muita habilidade para poder cultivar o amor em todos os momentos da vida. E para um bom cultivo é preciso capricho do início ao fim. No preparo da terra, na maneira de plantar a semente, no regar e zelar para o bom crescimento da planta, na paciência até a colheita e ainda no cuidado para não perder as raízes e então novas mudas crescerem.

O amor é a planta mais valiosa que temos e a que traz os melhores frutos para nossa vida. Não é pouca coisa não.  Com ele nossos relacionamentos são sempre serenos e produtivos, nossos compromissos são mais sólidos, nosso olhar é mais compreensível.

No texto da semana passada, eu falei de alguns tópicos importantes para manter bons relacionamentos, confere lá que vale a pena e tem tudo a ver com essa base de amor que precisamos manter em nossas relações. E quero trazer aqui uma reflexão valiosa:

  • Como anda a sua busca por amor?
  • Como anda o cultivo do Amor no terreno da sua vida?
  • Como andam sua plantação e sua colheita?

Lembre-se do quanto é importante levantar questionamentos a si mesmo para o crescimento pessoal e para uma vida transformada e mais feliz. E vamos em frente, amando mais, amando melhor e amando acima de tudo – o outro, a vida e a si mesmo.

Beijo no coração.

Relacionamentos


Olá.
E aí, como andam suas emoções?
Espero estar lhe ajudando a entender melhor esse complexo mundo dentro de nós, em que vivem nossos sentimentos, obtendo maiores habilidades na hora de dominar aquelas emoções que muito atrapalham nosso bem estar.

Na última semana, eu trouxe uma reflexão sobre Expectativas e o poder que estas possuem sobre a frustração. Isso está vinculado à nossa tendência de criar hábitos e ficarmos presos a eles, o que nem sempre é tão bom para nós.

Não criamos somente hábitos de comportamento, temos também milhares de hábitos de pensamentos e de sentimentos. E vamos pouco a pouco conversando sobre tudo isso aqui, ok? Agora quero me ater a uma das consequências de nossos hábitos emocionais (de sentimentos) e que podem trazer prejuízos que merecem atenção e prevenção. Quantas vezes nos percebemos em crises existenciais, comportamentais e até sociais?! É muito comum passarmos por fases que nos provocam determinadas dúvidas ou reflexões sobre nós mesmos e as consequências de nossas ações diante da vida. E com nossa maneira de olhar para os fatos, geramos comportamentos nem sempre tão úteis e que atingem de imediato os nossos relacionamentos. Portanto, resolvi falar um pouquinho pra vocês sobre o Relacionamento Social e também Relacionamento Pessoal que, para se tornarem saudáveis, precisam de cuidados essenciais.

Primeiramente, para se relacionar bem com as outras pessoas, é preciso ter um bom relacionamento consigo mesmo. E para o melhor relacionamento pessoal possível, eu devo me conhecer e me amar. Simples e desafiador assim. Pois bem, nós somos seres sociais, numa necessidade básica de convivência. Nós não conseguimos viver completamente sozinhos, precisamos nos conectar constantemente com outras fontes de vida; e a mais intensa é, sem dúvida, aquela que nos é semelhante: a vida de outras pessoas. Nessa dinâmica, nossas emoções ficam em alta. Impossível se relacionar sem uma variedade de sentimentos em todo tempo. Então, naturalmente nossos comportamentos num relacionamento são um reflexo dos sentimentos que sustentamos diante de cada situação vivida nessa relação. No entanto, temos em nós o controle sobre esse movimento e podemos decidir mudar a direção do comportamento, quando for preciso viver melhor. Perceba bem que os sentimentos vão vir, bons e ruins, mas sustentá-los ou não sempre vai depender de nós.

Para que nossos relacionamentos se mantenham produtivos e felizes é importante regarmos o terreno da convivência com estes nutrientes fundamentais para boas colheitas:

  • Diálogo – a boa conversa é sempre o portão de entrada para um bom relacionamento.
    Saber ouvir, saber falar.
  • Reciprocidade – mais do que dar e receber, é sentir junto, é amar junto, é estar junto.
  • Renúncias – abrir mão algumas vezes da nossa própria vontade e se doar ao outro.
  • Flexibilidade – diminuir nossas expectativas e nos adaptarmos ao outro (jeito, manias, rotina, gostos) com maior empatia e compreensão.
  • Compromisso – quando temos compromisso em cultivar a boa convivência, sem dúvida, valorizamos a relação com o outro. A importância que damos ao outro vem acompanhada do comprometimento e da seriedade na relação.

E como falamos muito aqui no Blog sobre Casamento, para a relação a dois esses cuidados são ainda mais primordiais! Somos pessoas diferentes, com criações diferentes, ideias variadas, gostos muitas vezes opostos, e precisamos de muita habilidade para transformar tantas diferenças em aceitação. Aceitar vale mais do que querer mudar o outro à minha maneira. A identidade dele é dele, não tem que ser a minha. E a identidade do relacionamento é uma soma dessas duas. Sendo assim, mais que sentimento, o amor é decisão. Decido amar o outro e com isso viver bem com ele, aceitando-o como ele é.

Esse assunto rende e vez ou outra vamos voltando a essas ideias. Participe aqui conosco. Me conta aí o que achou e quais as dúvidas que você tem!

Beijo grande e até a próxima.

O grande desafio das expectativas

Oi pra você! No último texto refletimos sobre a importância de dominar a intensidade de alguns sentimentos e viver o melhor de cada momento. Se você não leu, corre lá no texto: “Sentimentos a todo vapor, o que fazer?”, e continuando neste embalo, essa semana vou falar sobre um sentimento muito frequente e que também nos pega pelo pé na hora de preparar um evento. A frustração. Sim, ela mesma! Esse é um sentimento que nos acompanha por toda nossa vida; alguns conseguem lidar bem com ela, outros já encontram maiores dificuldades.

Nós criamos expectativas com basicamente tudo. No entanto, elas são projetadas para fora de nós e por isso não dependem somente de nós para encontrar o resultado esperado. E aí é que está o grande X da questão. Quanto mais expectativas criarmos, maiores as chances da frustração chegar.

Quando o assunto então é um evento único e marcante, como o casamento, por exemplo, ficamos a mil por hora, por dentro e por fora. Não é mesmo? É comum a gente idealizar tudo com uma riqueza de detalhes tamanha, que geralmente isso traz chateações pelo resultado final não ser exatamente do jeito que pensamos. Em algumas situações é até mais do que esperávamos, mas e as tantas outras coisas que não saem tão perfeitas assim?

Não estamos livres de imprevistos e é importante cultivarmos a flexibilidade para encontrarmos as melhores soluções quando alguns problemas surgirem e também para nos adaptarmos ao que não poderá ser mudado ou melhorado. Quando conseguimos desenvolver essa habilidade, a frustração não dura muito tempo e nem faz estragos em nossas emoções. É comum um sentimento provocar outro, e mais outro, e com isso nos percebemos cheios de conflitos internos, estragando nosso dia, nossa semana e por aí vai.

É fundamental para nossa regulação emocional, e consequente bem estar, esse domínio sobre nossas reações aos fatos. Para isso, o foco de nosso pensamento deve estar nas soluções e não nos problemas, ainda que por vezes a única solução possível seja se adaptar. Além disso, ficamos mais seguros quando buscamos relaxar e lembrar que o mais importante é O QUE vai acontecer, não o COMO vai ser.

Outras formas para conseguir manter a calma e exercer essa flexibilidade?

  • Ouvir sua música preferida (nos textos da Jéssyca você entende melhor os benefícios e a importância da música além da simples escolha do repertório para o evento);
  • Respirar profundamente por várias vezes seguidas (sim, é uma técnica e tanto!);
  • Caprichar na autoestima com um visual que represente a sua essência, isso também vale para o dia do evento para que você esteja satisfeita consigo mesma e se sinta radiante (a Laylla e a Mariane trazem dicas ótimas para isso na categoria moda);
  • Fazer listas de problemas com possíveis soluções anotadas ao lado também é ótimo para a visualização real dos fatos e clareza de pensamentos.

Encontro você no próximo texto e se quiser deixar aí o seu comentário, perguntas ou até temas para as próximas reflexões sinta-se em casa, esse espaço é seu!

Beijo no S2.

Sentimentos a todo vapor, o que fazer?

Regulação Emocional: acerte o tempo de cada emoção

O que fazer com tanta ansiedade e preocupação que teimam em se misturar com a alegria de um momento tão esperado? Quando estamos nos preparando para um evento valioso em nossa vida, esses são sentimentos muito frequentes em nós e, quando muito intensos, podem trazer aflições.

“Eu não queria sentir isso, é um momento tão bom da minha vida”, “Será que vai dar alguma coisa errada?”, “Será que vai dar tempo pra tudo?”, “E se chover, como vai ser?”

É claro que pensamos nos mínimos detalhes, queremos que tudo fique impecável para ser um momento inteiramente marcante e repleto de encantos. Diante disso, é praticamente impossível evitar que tais sentimentos venham à tona, não é mesmo? E eu tenho algo muito importante para lhe dizer sobre isso, além de uma dica poderosa para ajudar a manter a calma em meio a essa tempestade de emoções.

Você, em algum momento, já deve ter percebido que os sentimentos possuem diferentes níveis de intensidade, certo? Se é difícil evitar a presença deles, então que eles estejam pelo menos num nível moderado, aceitável e natural. Sendo assim, podemos entender que cada sentimento é naturalmente parte de nossa vida, que são úteis mesmo não sendo tão bons em alguns momentos.

Por exemplo, a ansiedade nos permite entrar em ação para, de fato, realizarmos o que tanto queremos; e a preocupação nos coloca em estado de alerta para possíveis imprevistos. Portanto, não ficaremos irritados com o fato de sentirmos tudo isso durante o planejamento do nosso evento se entendermos que precisamos desses sentimentos como aliados da nossa alegria, ao invés de serem mais intensos do que ela.

Então, quando você for invadido por uma emoção ruim, lembre-se sempre: o controle do sentimento está em suas mãos, por isso fique de olho na intensidade que ele estiver apresentando. Quando muito intenso, vai atrapalhar; mas quando moderado pode ser de grande ajuda.

Mas pera aí, o que fazer quando a intensidade estiver muito alta? Como controlar? Aí vai uma boa dica: ocupe-se com algo, seja sobre o evento ou até mesmo outra coisa que mereça mais atenção. Quando fazemos isso, além de distrair nossa mente mudando o foco, estamos ressignificando o valor do sentimento naquele instante.

Se eu estou preparando meu café da manhã e não paro de pensar no evento que será daqui uns dias, não estou vivendo bem o mais importante deste instante – o meu café da manhã. Para este instante, o nervosismo, a ansiedade, preocupações, não são nem um pouquinho necessários. E tantas outras coisas que eu preciso fazer neste dia e são tão importantes quanto o meu evento? Como ficam? E outra coisa, se a alegria pelo meu evento vale muito mais do que o nervosismo, toda vez que este tentar aumentar dentro de mim e não receber minha atenção, naturalmente deixará de ocupar o lugar do que mais importa.

Com isso, o equilíbrio vai se mantendo e eu aproveito o melhor de cada dia. E então poderei também curtir ao máximo o passo a passo de algo tão esperado. É claro que não é fácil, mas insistir é fundamental. O desafio nos move para além do que vemos. Ser melhor a cada dia precisa ser nossa maior necessidade.

E então? Bora viver a sua alegria de cada dia?

Gostou da reflexão? Essa dica atendeu sua necessidade? Se você tiver dúvidas ou sugestões para próximos textos, deixa aqui nos comentários. Quero muito ouvir você.

Meu nome é Mayara

Meu nome é Mayara, sou Psicóloga e é com muito carinho que estou aqui para contribuir com a CarpeDiem Lembranças, trazendo boas reflexões e informações sobre como viver da melhor maneira a cada dia.

Gosto de tudo que a vida tem de belo, gosto de buscar uma alegria a cada momento e de ajudar pessoas a encontrar o melhor de si mesmas. Por isso, amo tudo o que faço. Então, o tema que vou desenvolver aqui será: VIVA BEM O HOJE!

Faça o belo prevalecer no seu dia. Algumas nuvens podem tentar encobrir o sol, mas ele sempre estará lá, basta nos esforçarmos pra vê-lo.

Nos vemos por aí.